
A um erro muito comum que arremete a concepção de carreira do acadêmico, a de comparar o homem com a sua profissão, à medida que estagia, por exemplo, com um advogado, e este sendo bom em algum sentido, diz: quero ser advogado, e quero ser como ele. Outro estagiando com um juiz que não foi muito com a cara, diz: não quero ser juiz; pré-conceituando e comparando o homem com a sua beca, sua tora, sua profissão. Para não escorregar nesse erro, precisamos, embora leigo no assunto, reter o que é bom de cada autoridade jurídica que estagiamos.
Embora cedo para se pensar no assunto, coloco minha idéia e minha reflexão sobre o mesmo. Na carreira jurídica, muitos se destacaram. Vários Juristas existiram mais só um foi Rui Barbosa. À medida que se aprende e se pratica o que gosta, o destaque é inevitável e natural. Vamos estudar mais para aprender mais, pois nosso dever, independente de carreira, é lutar pelo direito, e como disse Ihering, “se o Direito estiver em conflito com a justiça, lute pela justiça.”
Acadêmico: Fabio Azevedo
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